Morder teus lábios,tua pele,tua alma. rasgar o silêncio com marcas minhas em ti.
Fazer-te em mim; és meu prazer. meu amor.
( ... ) E no silêncio de uma noite vazia e sem vida, eu me deito e logo pego no sono, já temendo os devaneios que irei encontrar em meus sonhos. Minhas pálpebras se calam, e eu me encontro em um outro mundo. Uma mistura de desejos proibidos e sonhos perdidos. Que maculam-se tornando o meu cotidiano maldito. Minhas inevitáveis lágrimas, riscam minha pele, e mancham-na tingindo-a de tristeza e rancor. Pobre bela alma, esta que eu tenho. Que grita por socorro temendo não ser ouvida.